quinta-feira, 26 de julho de 2012

Laços Afetivos“Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval.” (Vinícius de Moraes)
 
            A sensação é, no mínimo, estranha quando nos deparamos com aquela pessoa que parece possuir algo que nos puxa em sua direção. Em todo processo afetivo que se instala, encontramos o rastro vibratório com uma força magnética ou atrativa que fica quase que impossível não ocorrer a aproximação. É aquela sensação levemente adocicada pela curiosidade perante o alvo atraente. Movimentamos-nos em sua direção sem nos dar conta de que estamos sendo neste momento conduzidos pela força sublime do primeiro nível do AMOR, que é uma atração momentaneamente vibracional. Ou seja, nossa energia entra em contato estabelecendo a necessária conexão entre os polos dicotômicos que mais tarde fomentam interesses mais profundos e vão se entrelaçando de forma harmônica quando a vibração é recíproca.
            O QUE NÃO SE DEVE é confundir com qualquer desejo meramente físico, muitos acreditando que se encontram apaixonados estabelecem relações conflitosas exatamente por possuírem a síndrome da “SEDE DO MAR”, onde as relações são descartáveis e mudam de parceiros com tanta frequência que criam hábitos nocivos e preferem viver sozinhos e evitam “conviver” por não gostarem de criar vínculos com as vítimas da vez. Pessoas que ignoram o AFETO e optam somente pelo APEGO trazem em si uma necessidade sexual desequilibrada ao ponto de se vender prazerosamente a luxuria desgovernante.            As pessoas que criam necessidades de apego trazem certas características marcantes que geralmente terminam em desconfiança e sentimento de posse, e culminando em ciúme obsessivo. Não ficam satisfeitos com o bom relacionamento do parceiro(a) no meio social, pois, se sentem ameaçados pela própria consciência que acusa o péssimo comportamento pessoal perante o outro(a).             Já as pessoas que se buscam através do afeto, o meio de convivência tende a ser mais realizadoras, pois a energia vibratória que envolve os corpos é padronizada em sequência feliz da liberdade de expressão da própria personalidade. Um fica contente com as realizações e conquistas do outro(a). Tornando-se responsáveis pelo combustível do ânimo e dando força e credibilidade ao amado (a).             Quando observamos que nestes dias de trevas sentimentais apresentados pela mídia, onde “um casal famoso” se divorcia, o mercado especializado em “Fofocas” passa a ventilar as noticias particulares da vida dessas pessoas públicas. É que percebemos o que Abraham Lincoln asseverou: “Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.”
             Nota-se que sendo essas pessoas formadoras de opiniões, muitos admiradores que levam a vida no anonimato tentam imitar seus ÍDOLOS de forma negativa e passam a sofrer do egocentrismo perturbador. E esse poder de figura pública geralmente sobe pela cabeça de certos famosos, é obvio que tem suas exceções.            Por isso é necessário estabelecer o paradoxo real entre afeto e apego.            Os laços afetivos são eternizados na calçada da boa conduta, onde os passos são ritmados pela dança do bem-estar. Já os nós do apego não conseguem caminhar pelo simples fato de saírem para lado algum, pois estão presos em si mesmos.             A união de corpos é corriqueira, mas a união de sentimentos é uma raridade. Precisamos mudar este conceito de relações descartáveis, pois este comportamento faz inúmeras vitimas ao redor do mundo, levando as pessoas à depressão, e para a noite de tormentas, criando uma geração dependentes de pessoas e até ansiolíticos para viver.             O afetivo é compreensivo, o apegado é compulsivo.            O Afetivo AMA, o apegado destrói.             O afetivo limita suas ações para não prejudicar o outro, o apegado prejudica o outro com suas ações.            Você é resultado daquilo que cultiva no bojo de seus sentimentos, observe-se. Se você anda exigindo demasiadamente do outro, aquilo que você mesmo não faz, você está correndo um grande risco, pois isso é característica comportamental do APEGO. Os laços afetivos são frutos saborosos da árvore da convivência que nutre as almas. Os nós do apego são consequências desajustadas do egoísmo e do orgulho.            Antes que o sol se ponha, observe o que você tem feito de suas relações,  LAÇOS OU NÓS?             Mas não se preocupe se você constatar que sua vida é um nó... Entretanto  ocupe-se em reparar o quanto antes. Tem dificuldade de trabalhar suas emoções sozinho (a)?  OK! Não se desespere, há cursos e seminários em sua cidade que podem lhe ajudar, basta você procurar organizações de eventos para participar ou solicitar de acordo com o que você necessita.

*Célio faria

*Célio Faria da Silva é Psicoterapeuta Holístico, Escritor, Coach, Palestrante Motivacional e pesquisador do comportamento humano, escritor. Para Solicitar palestras e outros trabalhos realizados pelo autor, escreva para assessoria.terapeutacelio@gmail.com  ou ligue para (27)3361-3442 begin_of_the_skype_highlighting            (27)3361-3442      end_of_the_skype_highlighting ou 3261-0973
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quarta-feira, 11 de julho de 2012


Equilibrando a Ansiedade
            A sua vida é um perfeito resultado de tudo aquilo que você sente. Todas as questões consequenciais são derivadas da matriz sentimental.
            A problemática que envolve as patologias do hoje, em sua realidade vem do seu passado sentimental negativo e decadente. Onde há um verdadeiro acúmulo nocivo que libera no próprio metabolismo através da corrente sanguínea, altas doses de cortisol e adrenalina, advindo dessa forma os primeiros sintomas, tais como; irritabilidade, impaciência, mau humor, insônia etc. etc. etc.
            Não raro tendo como resultado final um quadro depressivo onde vai se instalando a ansiedade pessimista. A ansiedade em si é apenas uma forma de você imaginar/visualizar aquilo que ora espera que suceda, seja algo muito agradável ou extremamente desagradável. Podemos separar a ansiedade em duas vertentes, positiva e negativa ou também, como queira, otimista e pessimista.
             A ansiedade negativa se caracteriza pela predominância sempre daquilo que é ruim, ou seja, a pessoa torna-se pessimista e assume isto como se fosse natural, onde cada vez mais passa a cultivar a “síndrome do negativismo” ficando refém das ideias obscuras do racional em desalinho. A pessoa que sofre da ansiedade pessimista vive carregando problemas por onde quer que ela vá, tendo como consequência certeira a fadiga mental sucedendo em ondas revoltas que tombam o barco sentimental no mar do estresse. A partir daí os resultados são cada vez piores pelo fato da pessoa viver contabilizando e vivenciando as tragédias pessoais. Não conseguindo o patrocínio do contentamento passa a ter como opção única senão sentimentos de fracasso, assumindo assim a triste persona de pobre coitado. O ansioso negativo quando procura uma ajuda terapêutica sofre muito quando percebe seu quadro emocional em que nível se encontra. A realidade lhe deixa ora furioso ou até depressivo... Mergulhando numa dúvida ainda pior, surgindo um entrave doloroso entre prosseguir ou fazer de conta que nada é real e que um dia isso tudo irá passar.
 Mas com tempo percebe que não é bem assim. Geralmente tenta fugir se isolando ao máximo da realidade, procurando situações utópicas compensadoras, mascarando ou maquiando por fora uma falsa realidade mudando sua aparência visual com muita frequência, tentando matar sua última imagem por entrar em tédio consigo mesmo. A cada nova transformação uma nova perspectiva, porém tímida, pois vive o drama do pessimismo. Até chegar ao ponto de ver que não dá mais para adiar. Chegando ao limite das tentativas frustradas retorna para a ajuda profissional recomeçando tudo novamente... Isto depois que já experimentou de tudo até mesmo se viciar nas drogas licitas e ilícitas.
            Após essas decepcionantes fugas, volta para dar continuidade ao tratamento terapêutico, à semelhança do filho pródigo que retorna de onde nunca deveria ter saído. A ansiedade pode apresentar várias etapas que se misturam ou se divorciam fundamentando dessa forma o “processo perturbador.” E é este processo que vai se apoderando dos arquivos sentimentais, afetando conseqüentemente o arquivo racional, onde se manifestam os comportamentos aflitivos. E a essa aflição se dá o nome de “síndrome do futuro” onde surgem variadas fobias no meio social.
            Sem perceber corretamente as causas muitos ficam sem respostas e tombam vacilantes nas consequências dos efeitos. No mundo todo se estima um percentual avassalador de pessoas que vivenciam a ansiedade pessimista. Valendo-se de uma realidade que os meios são sempre os mesmos, porém, as opções buscadas são literalmente paradoxais. O ansioso pessimista sempre espera por resultados sofridos e obscuros visualizados precocemente pelas lentes do sentimental desequilibrado.
             A ansiedade pode ser uma ótima parceira para sua vida, o problema é o excessivo meio em que a utilizamos para o lado sempre errado, se você souber usá-la para o lado correto só terá resultados satisfatórios. Utilizando sentimentos e pensamentos positivos você passa a gerenciar a ansiedade. Ao contrario de quando você só têm sentimentos e pensamentos negativos você é gerenciado pela ansiedade negativa.
             Você pode ser uma obra prima de entusiasmo, optando pela ansiedade positiva, guarde bem isso que vou lhe dizer: Há pessoas que chegam ao fundo do poço tristonhas, mas há outras que encontram petróleo...
                                                           Célio Faria
*Célio Faria da Silva é Psicoterapeuta Holístico, Escritor, Coach, Palestrante Motivacional e pesquisador do comportamento humano. Para Solicitar palestras e outros trabalhos realizados pelo autor, escreva para assessoria.terapeutacelio@gmail.com  ou ligue para (27)3361-3442 begin_of_the_skype_highlighting            (27)3361-3442      end_of_the_skype_highlighting ou 3261-0973